“quien no da la vida por un sueño?”
“quien no da la vida por ser dueño?”
Ganas de cruzar el charco… Aire! aire de la mar, aire del infinito desierto.
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As moiras, as três moiras são figuras da mitologia grega, responsáveis, pela vida, destino e morte.
São representadas por mulheres, ora representadas por figuras sinistras, ora por belas donzelas que tecem o fio da vida, determinam sua “fortuna” e o cortam na morte.
“la puerta del oriente” pa’ mi suena como Alhambra.
Quase um presentimento. Acontece como um presentimento, sabemos simplesmente o que vai acontecer. Talvez um sopro de uma moira revelando algumas curvas do caminho.
Existem momentos plenos. Como alguns segundos de uma noite agradável que dedicamos a admirar a lua, cheia, plena e absoluta.
Existem músicas que preenchem, sentimentos sem explicação.
Parece existir sensações, ventos, aires de outros tempos, de um calendário extinto, como memórias sinestésicas, fugazes de algo que já aconteceu, sem acontecer, um eterno deja vu. Assim me sinto por vezes.
Quantas vezes insiste em se repetir? Um sentimento doloroso de pena e nostalgia de algo que não se pode lembrar.
Se quem deu a vida determina a trajetória, quem nasceu dela o que faz o que lhe resta?
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